sexta-feira, 19 de outubro de 2012
desejos matinais #22
deslumbro-me ao vislumbrar o teu sexo carnudo e liso aberto à minha frente
percorro-o suavemente em toda a sua dimensão com a língua para sentir o teu sabor que me vicia
saboreio a tua textura envolvida pelo calor húmido que a tua pele entregue ao nosso prazer expele
enterro a minha língua profundamente dentro de ti colando os meus lábios aos teus vibrantes
em movimentos soltos mas precisos exploro o teu sexo que me recebe e se envolve em mim
sinto o teu deleite traduzido nos teus sucos que me dão a beber o teu espesso e saboroso prazer
delicio-me a comer-te assim fugazmente desaparecendo de nós a noção de tempo ou lugar
apenas existe o teu corpo como alimento para a minha libido e o teu ventre o local onde a minha tesao vive intensamente
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
submissão #01
Desejo
o teu corpo na forma que ele tem
a tua imaginação em toda a tua amplitude
o teu prazer e todos os poros por onde ele se propaga
a tua vontade que se transforma sem limites na minha
Exijo
a tua total entrega de corpo e mente
a tua submissão à minha vontade, ao meu desejo
a tua obediência a todas as minhas ordens e comandos
Dou-te
o meu prazer
o meu desejo
o meu corpo para teu deleite
terça-feira, 28 de agosto de 2012
desejos matinais #21
Desejo o sabor do teu beijo quente e eterno
O envolver das nossas línguas numa dança louca e fugaz
O sentimento que nos devora as entranhas e se enraíza no nosso âmago mais profundo
Sequioso de ti procuro-te nos nossos momentos clandestinos
Quero-te simplesmente.. E dessa amplitude de te sentir e querer.. Alimento-me para viver
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
terça-feira, 21 de agosto de 2012
re-encontro
"Despe-te completamente.."
Disse-lhe sentado confortavelmente olhando para ela, enquanto ela retirava a camisa branca e a saia preta cintada, e começava a gatinhar de olhos postos em mim em direcção à sofá.
"Sim Senhor.."
Sussurrou, enfiando os polegares nas suas cuecas de renda pretas, fazendo-as deslizar num gesto suava da anca até aos tornozelos, pisando-as à medida que gatinhava, deixando-as no chão, dispersas como o resto da roupa já espalhada pelo chão de madeira do quarto.
Em vez de subir para o sofá, parou cravando os joelhos no chão e começou por me beijar as mãos numa tentativa de me agradar e mostrar a sua submissão.
Parou os beijos ali, e seguiu com a cabeça para a minha virilha, beijando-me suavemente por cima das calças, ao mesmo tempo que afagava com as mãos, disse-me "Espero agradar-lhe Senhor.. Diga-me quais os seus desejos hoje.."
Esboçou um sorriso ao ouvir-me rir suavemente, e disse-lhe "Quero que me dês prazer.. Como tu sabes que eu gosto que tu me dês.."
Agarrei-lhe nos braços pequenos e de pele branca firmemente e puxei-a para mim com a facilidade como um adulto pega numa criança ao colo, e enquanto me levantava elevando o corpo dela no ar, e ela, ao mesmo tempo enrolando na minha cintura as pernas e os braços à volta do meu pescoço ficando perfeitamente encaixados um no outro.
"Portáste-te bem hoje? Fizeste tudo o que eu te ordenei?"
Ela beijando-me o pescoço suavemente, passando com a lingua no lobolo e no exterior do meu ouvido respondeu num tom de voz ofegante "Sim Senhor, fiz tudo. Obedeço-te como a putinha que sou. Mereço a minha recompensa?"
Disse-lhe sentado confortavelmente olhando para ela, enquanto ela retirava a camisa branca e a saia preta cintada, e começava a gatinhar de olhos postos em mim em direcção à sofá.
"Sim Senhor.."
Sussurrou, enfiando os polegares nas suas cuecas de renda pretas, fazendo-as deslizar num gesto suava da anca até aos tornozelos, pisando-as à medida que gatinhava, deixando-as no chão, dispersas como o resto da roupa já espalhada pelo chão de madeira do quarto.
Em vez de subir para o sofá, parou cravando os joelhos no chão e começou por me beijar as mãos numa tentativa de me agradar e mostrar a sua submissão.
Parou os beijos ali, e seguiu com a cabeça para a minha virilha, beijando-me suavemente por cima das calças, ao mesmo tempo que afagava com as mãos, disse-me "Espero agradar-lhe Senhor.. Diga-me quais os seus desejos hoje.."
Esboçou um sorriso ao ouvir-me rir suavemente, e disse-lhe "Quero que me dês prazer.. Como tu sabes que eu gosto que tu me dês.."
Agarrei-lhe nos braços pequenos e de pele branca firmemente e puxei-a para mim com a facilidade como um adulto pega numa criança ao colo, e enquanto me levantava elevando o corpo dela no ar, e ela, ao mesmo tempo enrolando na minha cintura as pernas e os braços à volta do meu pescoço ficando perfeitamente encaixados um no outro.
"Portáste-te bem hoje? Fizeste tudo o que eu te ordenei?"
Ela beijando-me o pescoço suavemente, passando com a lingua no lobolo e no exterior do meu ouvido respondeu num tom de voz ofegante "Sim Senhor, fiz tudo. Obedeço-te como a putinha que sou. Mereço a minha recompensa?"
desejos matinais #20
Deslizo uma pedra de gelo pelo teu corpo nu deitado ao meu lado.. Sirvo-me dele como tela em branco pronta para desenhar os meus desejos em ti.. Com traços de luxuria intensa descrevo pormenorizadamente linhas e curvas compostas de rastos de agua que a tua pele delicada absorve sequiosa.. Espelho em ti a força intensa do desejo que despertas em mim simplesmente por te ter ao meu lado entregue a mim..
sábado, 18 de agosto de 2012
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Poema em linha reta
Poema em linha reta
Fernando Pessoa
(Álvaro de Campos)
Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
segunda-feira, 30 de julho de 2012
desejos matinais #19
devagar percorro o teu corpo num beijo intenso que te devora.. beijo-te suavemente as pernas que levantas como reflexo quando chego a parte interior dos teus joelhos que abocanho de uma forma intensa mordendo a tua pela que deixa o seu sabor na minha boca.. as minhas mãos abertas percorrem o teu corpo como que abrindo caminho para a minha língua e lábios que as seguem saboreando-te enquanto guardo em mim o teu cheiro que me inebria.. levo o meu corpo a encaixar-se no teu que o recebe perfeitamente enquanto ao teu ouvido te suspiro palavras que te despertam ao mesmo tempo que te sugo e mordo suavemente o lóbulo da orelha.. arrepanho o teu cabelo com os meus dedos eu puxo-o suavemente fazendo-te arquear ligeiramente o pescoço para trás, que me delicio a trincar e beijar sentindo na minha boca a textura das tuas veias agora salientes do sangue que corre desalmado dentro de ti..
domingo, 29 de julho de 2012
sábado, 28 de julho de 2012
sexta-feira, 27 de julho de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
segunda-feira, 23 de julho de 2012
desejos matinais #18
objectifico-te como utensílio do meu prazer carnal.. apodero-me do teu corpo de uma forma áspera e rude.. sirvo-me de ti egoistamente para dar vida aos meus desejos mais viscerais.. uso incondicionalmente e abuso intensamente de ti seguindo o palpitar da minha luxuria.. transformo-te na visão do meu instinto mais nobre e preencho-te com o meu falo rijo do prazer que a tua imagem me emana.. possuo-te como se fosses a peça que ao nosso encaixe nos dá vida e nos transforma nos seres que só nos próprios conhecemos.. observo-te pormenorizadamente na tua entrega carnal que nos faz delirar de prazer visível nos poros que emanam e absorvem o nosso odor.. desejo-te da mesma forma fogaz e lasciva com que te fodo.. intensamente e profundamente entro em sair de dentro de ti.. despejo em ti o todo o meu prazer sentindo-te na minha pela entregue e deleitada..
domingo, 22 de julho de 2012
sábado, 21 de julho de 2012
Subscrever:
Mensagens (Atom)



















